quarta-feira, 21 de setembro de 2011

A Grandeza do Mar



A Grandeza do Mar


Você sabe por quê o mar é tão grande?
Tão Imenso? Tão Poderoso?

Porque teve a humildade de colocar-se alguns centímetros abaixo de todos os rios.

Sabendo receber, tornou-se grande.

Se quisesse ser o primeiro, centímetros acima de todos os rios, não seria mar, mas sim uma ilha.

Toda sua água iria para os outros e estaria isolado.

A perda faz parte.

Precisamos aprender a perder, a cair, a errar e a morrer.

Se aprenderes a perder, a cair, a errar, ninguém mais o controlará.

Porque o máximo que poderá acontecer a você é cair, errar e perder.

Bem aventurado aquele que já consegue receber com a mesma naturalidade o ganho e a perda... ...o acerto e o erro, o triunfo e a queda... a vida e a morte.

A Diferença entre Céu e Inferno



A Diferença entre Céu e Inferno


Naquele tempo, um discípulo perguntou ao vidente:

- Mestre qual a diferença entre céu e inferno?

O vidente respondeu:

- Ela é muito pequena e, contudo, com grandes conseqüências.
Vi um grande monte de arroz, cozido e preparado como alimento, ao redor dele muitos homens, quase a morrer. Não podiam aproximar-se do monte de arroz.

Mas possuíam longos palitos de 2 a 3 metros de comprimento. Apanhavam o arroz, mas não conseguiam levá-lo à própria boca, porque os palitos em suas mãos eram muito longos.

Assim, famintos e moribundos, embora juntos, solitários permaneciam, curtindo uma fome eterna, diante de uma fartura inesgotável.

E isso era o inferno.

Vi outro monte grande de arroz, cozido e preparado como alimento. Ao redor dele muitos homens famintos, mas cheios de vitalidade.
Não podiam se aproximar do monte de arroz.

Mas possuíam longos palitos de 2 a 3 metros de comprimento. Apanhavam o arroz, mas não conseguiam levá-lo à própria boca, porque os palitos em suas mãos eram muito longos.

Mas, com seus longos palitos, em vez de levá-los`a sua própria boca, serviam uns aos outros o arroz, e assim matavam sua fome insaciável. Numa grande comunhão fraterna. Juntos e solidários. Gozando a excelência dos homens e das coisas.

Isso era o céu.


A cobra e o Vagalume



A Cobra e o Vagalume

A COBRA E O VAGALUME
Era uma vez uma cobra que começou a perseguir um vagalume que só vivia para brilhar. Ele fugia rápido com medo da feroz predadora e a cobra nem pensava em desistir. Fugiu um dia e ela não desistia, dois dias e nada...
A COBRA E O VAGALUME
No terceiro dia, já sem forças, o vagalume parou e disse à cobra:

- Posso fazer três perguntas?

- Não costumo abrir precedente para ninguém, mas já que vou te comer mesmo,pode perguntar...

- Pertenço à sua cadeia alimentar?
A COBRA E O VAGALUME
- Não.

- Te fiz alguma coisa?

- Não.

- Então, porque você quer me comer?

- PORQUE NÃO SUPORTO VER VOCÊ BRILHAR...

Pense nisso e selecione as pessoas em quem confiar.

terça-feira, 20 de setembro de 2011

UM GESTO DE AMOR


UM GESTO DE AMOR
 
Um garoto pobre, com cerca de doze anos de idade, vestido e calçado de forma humilde, entra na loja, escolhe um sabonete comum e pede ao proprietário que embrulhe para presente.

"É para minha mãe", diz com orgulho.
 
O dono da loja comovido diante da singeleza daquele presente. Olhou com piedade para o seu freguês e, sentindo uma grande compaixão, teve vontade de ajudá-lo.
 
Pensou que poderia embrulhar, junto com o sabonete comum, algum artigo mais significativo. Entretanto, ficou indeciso: ora olhava para o garoto, ora para os artigos que tinha em sua loja.

Devia ou não fazer? O coração dizia sim, a mente dizia não.
 
O garoto, notando a indecisão do homem, pensou que ele estivesse duvidando de sua capacidade de pagar. Colocou a mão no bolso, retirou as moedinhas que dispunha e as colocou sobre o balcão.
 
O homem ficou ainda mais comovido quando viu as moedas, de valor tão insignificante. Continuava seu conflito mental. Em sua intimidade concluíra que, se o garoto pudesse, ele compraria algo bem melhor para sua mãe.
 
Lembrou de sua própria mãe. Fora pobre e muitas vezes, em sua infância e adolescência, também desejara presentear sua mãe. Quando conseguiu emprego, ela já havia partido para o mundo espiritual. O garoto, com aquele gesto, estava mexendo nas profundezas dos seus sentimentos.
Do outro lado do balcão, o menino começou a ficar ansioso. Alguma coisa parecia estar errada. Por que o homem não embrulhava logo o sabonete?
 
Ele já escolhera, pedira para embrulhar e até tinha mostrado as moedas para o pagamento. Por que a demora? Qual o problema?

No campo da emoção, dois sentimentos se entreolhavam: a compaixão do lado do homem, a desconfiança por parte do garoto. Impaciente, ele perguntou: "moço, está faltando alguma coisa?
 
"Não", respondeu o proprietário da loja. "é que de repente me lembrei de minha mãe. Ela morreu quando eu ainda era muito jovem. Sempre quis dar um presente para ela, mas, desempregado, nunca consegui comprar nada."

Na espontaneidade de seus doze anos, perguntou o menino: "nem um sabonete?"
 
O homem se calou. Refletiu um pouco e desistiu da idéia de melhorar o presente do garoto. Embrulhou o sabonete com o melhor papel que tinha na loja, colocou uma fita e despachou o freguês sem responder mais nada.
A sós, pôs-se a pensar. Como é que nunca pensara em dar algo pequeno e simples para sua mãe? Sempre entendera que presente tinha que ser alguma coisa significativa, tanto assim que, minutos antes, sentira piedade da singela compra e pensara em melhorar o presente adquirido.
 
Comovido, entendeu que naquele dia tinha recebido uma grande lição. Junto com o sabonete do menino, seguia algo muito mais importante e grandioso, o melhor de todos os presentes: o gesto de amor!
***
Invista no amor. Ele é o mais poderoso meio de tornar as pessoas felizes.
 
Em qualquer circunstância, em qualquer data especial para determinadas comemorações, o mais importante não é o que se dá, mas como se dá.

Todo presente deve se revestir de sentimento e não deve haver diferenças entre homenagens a uma pessoa pobre ou a uma pessoa rica. A expressão deve ser sempre do afeto. O que se deve dar é o coração a vibrar em amor.
 
O valor do presente não está no quanto ele vai aumentar o conteúdo das caixas registradoras, mas sim o quanto ele somará na contabilidade do coração.
Autor Desconhecido

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

"ORAÇÃO DO AMOR"

Filho Que Não Nasceu


Filho Que Não Nasceu

Minha mãe, por que a senhora não me deixou nascer?

Eu queria tanto, mãezinha!

Lutei, trabalhei, empenhei-me, para conseguir a autorização para renascer.

E a senhora comprometeu-se comigo; comigo e com Deus.
 
Como fiquei alegre, no dia em que a senhora, em espírito, ao lado de papai, concordou em receber-me na intimidade de seu lar. Eu ansiava pelo esquecimento, desejava novo corpo que me possibilitasse resgatar meus erros do passado. Planejava um futuro de luz. Na verdade, minha vida estaria marcada por provas e testemunhos redentores. Mas eu preparei-me, confiante no seu amor! E, no momento em que eu mais necessitei, a senhora me assassinou!
 
Por que mãezinha?! Por quê?!!!

Quando a senhora me sentiu no santuário de seu ventre, mudou de conduta, de comportamento. E começou a torturar-me. Seus pensamentos de revolta, que ninguém ouvia, retumbavam em meus ouvidos insipientes, quais gritos Fascinantes, que me afligiam muito. Os cigarros que a senhora fumava, muitas vezes, me intoxicavam. Seu nervosismo, fruto da sua insatisfação, eram-me verdadeiras chicotadas.
 
Quando decidiu abortar-me, aconteceu uma coisa interessante: a senhora querendo me expulsar de seu ventre e eu, lutando, para nele permanecer.

Por que a senhora fechou os ouvidos à voz da consciência que lhe pedia compaixão e serenidade? Por que anestesiou os sentimentos a ponto de esquecer-se que eu portava um universo de bênçãos e alegrias para você?
 
Seria o filho obediente e amoroso. Trazia recursos que lhe facilitariam a existência, nos últimos anos de sua presença na Terra.

Mas a senhora não quis; e veja a conseqüência: eu, atormentado por não renascer, e a senhora, doente, triste, intranqüila. Sua mente, acicatada pela aflição e seus sonhos, povoados de pesadelos.
 
Por que mãezinha, a senhora não me deixou nascer?

- Ainda é cedo, pensava.

- Quero gozar a vida, passear, divertir-me, viajar. Filhos, só depois!
 
Mas filho algum chega em momento inadequado. As leis da vida são sábias, e ninguém nasce por acaso.

Mas, pelo muito amor que lhe tenho, estou pedindo a Deus misericórdia, em seu favor. Ouso, mesmo, interceder para que a senhora alcance a bênção do reequilíbrio, a fim de que, num futuro próximo, nós estejamos juntos, eu, em seu ventre, e a senhora, como sempre, em meu coração. Eu, me alimentando, na fonte de sua vitalidade, e a senhora fortalecendo-se, na gratidão de meus mais puros sentimentos.

Mãezinha, por favor, não repita seu ato premeditado, refletido.
 
Quando sentir, de novo, alguém batendo às portas do seu coração, sou eu, o filho renegado, que voltou para viver e ajudá-la a ser feliz.
 
Mãezinha, não se esqueça de mim, não me abandone, não me expulse, não me mate de novo, preciso renascer.

Oração do abortado




Oração do abortado

Senhor das alturas,
Nós, os abortados, em amarguras,
Lhe pedimos para nos amparar.
Pois vivemos ao relento,
Em terrível sofrimento,
Abrigue-nos em Teu lar.
Muitos de nós perturbados,
Por termos sidos abortados,
Vem nos balsamizar.
Vê, estamos entregues à orfandade,
Faça-nos a caridade,
De que alguém possa nos aceitar.
E quanto aos pequeninos que sentirem a dor,
cujo aborto, ocasionar-lhes o temor,
Sê para eles a esperança.
Sofrendo a expulsão nos lares de pobreza,
Ou nas suntuosas mansões de riqueza,
Ampara-os com segurança.
Aguardamos assim, Senhor da Vida,
Todos os abortados, almas sofridas,
Pelo processo da expulsão.
Mostra ao homem da Terra a Verdade,
Para que assim possa ele nos dar a liberdade,
Da bendita reencarnação!

-Um abortado-

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"Se eu pudesse deixar algum presente a você, deixaria aceso o sentimento de amor à vida dos seres humanos.

A consciência de aprender tudo o que nos foi ensinado pelo tempo afora.

Lembraria os erros que foram cometidos, como sinais para que não mais se repetissem.
A capacidade de escolher novos rumos.

Deixaria para você, se pudesse, o respeito aquilo que é indispensável: além do pão, o trabalho e a ação.

E, quando tudo mais faltasse, para você eu deixaria, se pudesse, um segredo. O de buscar no interior de si mesmo a resposta para encontrar a saída."

Mahatma Ghandi

Sem sabedoria e conhecimento não se chega a lugar algum

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