terça-feira, 9 de novembro de 2010

E assim se vive a vida...




E assim se vive a vida...



E assim se vive a vida...cada dia...cada dia após cada dia. Procura-se, perde-se os sentidos desejados, perde-se amor, quando existe, sonha-se, pouco...sonha-se em tons de cinzento, sonha-se nada...sobre nada.

E assim morremos pouco a pouco...como se um bicho nos comesse por dentro até chegar à alma...sim porque se morre pela alma e não por o coração. Morre-se por não se viver, por não se arriscar em tonalidades cromáticas e dissonantes da vida...vive-se num estado vegetativo de morte...de morte quase lenta...

E as lágrimas inevitavelmente caem pela tristeza de não sermos o que desejámos ser, pela melancolia dos sonhos de criança continuarem a ser sonhos de criança...pela incapacidade de nos abraçarmos de nos entendermos por dentro, de nos sentirmos por dentro...E assim se vive sem sabor a sal...sem entender que os mares todos são diferentes...que os mares são como sorrisos...temos os olhos cheios de cegueira...cheios de medo de ver as muitas cores...temos medo de viver...de viver por nós, para nós. E por isso largamo-nos à mediocridade...a um sentir leve...a um viver morno.

E assim se vive uma vida não destinada à vida mas à morte. Por isso te agarro hoje o corpo e te beijo com beijos de fogo...por isso te sussurro poesias de sal para te temperar a alma...por isso te consumo porque me consumo, para os teus olhos sorrirem nos meus.
Por isso te amo hoje, por ser hoje, porque o amor é sempre ou nunca...por isso me encarno e me ressuscito em ti, pois só morrendo muitas vezes é que deixamos de ter medo de viver a vida que nos sobra.

E assim me leva a vida em teus braços, e assim se morre nos braços de quem se quer, porque a morte é apenas um pequeno momento de todos os que ressuscitei em ti.


- Sebastião Campos -

JAQUELINE UMA LIÇÃO DE VIDA


Uma Lição de Vida
Jacqueline Saburido
Nascida em, 20 de dezembro de 1978, Caracas, mudou-se para Austin, no Texas, para estudar na universidade. Naquele tempo, ela se definia como “una chica de universidad”.
No dia 19 de setembro de 1999, enquanto voltava de carro para casa, com dois amigos, sofreu um acidente automobilístico
 provocado pela colisão de um carro conduzido por um rapaz embriagado. Os dois amigos de Jacqueline morreram. Ela, por causa da explosão e do incêndio, durante 45 segundos sofreu queimaduras que a deixaram com quase 60% do corpo deformado.
Nos anos seguintes, ela não se desanimou e fundou uma associação para sensibilizar todos os jovens contra as bebidas alcoólicas, e sobretudo para que não conduzam veículos automotivos quando estiverem embriagados.
Reginald Stephey, o motorista bêbado, foi julgado e condenado por causar a morte de duas pessoas, enquanto ele estava dirigindo embriagado. Uma análise de sangue comprou que Reggie havia consumido álcool. O que facilitou sua condenação. Reggie nunca pensou isso poderia acontecer com ele. O dano que ele fez, diz ele, é “uma dor que nunca desaparecerá”.
Ele foi condenado em junho de 2001 a sete anos de cadeia e a pagar uma multa equivalente a 70 mil reais.
Anos mais tarde, e a luta de Jacqui ainda continua. Ela teve mais de 50 operações até agora e tem muito mais para onde ir. Para obter os cuidados médicos que precisa, ela tem de viver nos Estados Unidos, longe da família e dos amigos.
Seu pai, o Sr. Amadeo, deixou seu negócio em Caracas para cuidar de sua filha única

. Ele não saiu mais de seu lado desde do acidente. Jacqui e Amadeo vivem em Louisville, Kentucky, para que ela possa estar perto de seus médicos. Ela enfrentará mais anos de cirurgia e tratamento médico. Determinada a fazer aquilo que ela foi fazer nos Estados Unidos em primeiro lugar, Jacqui recentemente concluiu as Letras na Universidade de Louisville. Ela agora é capaz de falar e escrever Inglês.
O pai e a mãe (Sra. Rosália) de Jaqueline se separaram depois do que aconteceu com ela. As duas só se vêem de vez em quando




A busca




A busca
 
Fita a subida áspera e empedrada que se
alteia, maciça, à nossa frente.
Carrega a própria cruz na alma cansada
e guarda o coração feliz e crente.
Nas paisagens da senda não há flores.
Apenas o cascalho se amontoa, mas em torno
de ti, os irmãos sofredores lembram a paz
da fé que os renova e abençoa.
Segue de passos lentos...
pois a turba te acompanha...
Companheiros pararam na montanha
recusando o trabalho, a dor e a cruz;
mas sentindo-te os dons no coração amigo,
erguerão se do pó e seguirão contigo,
procurando Jesus

Maria Dolores

terça-feira, 2 de novembro de 2010

A CASA QUEIMADA



A CASA QUEIMADA
 
Um certo homem saiu em uma viagem de
avião. Era um homem temente a Deus,
e sabia que Deus o protegeria.

Durante a viagem, quando sobrevoavam
o mar um dos motores falhou e o piloto teve
que fazer um pouso forçado no oceano.


Quase todos morreram, mas o homem
conseguiu agarrar-se a alguma coisa que
o conservasse em cima da água.

Ficou boiando à deriva durante muito
tempo até que chegou a uma ilha
não habitada.

Ao chegar à praia, cansado, porém vivo,
agradeceu a Deus por este livramento
maravilhoso da morte.

Ele conseguiu se alimentar de peixes e ervas.
Conseguiu derrubar algumas árvores e
com muito esforço conseguiu construir
uma casinha para ele.

Não era bem uma casa, mas um abrigo
tosco, com paus e folhas. Porém
significava proteção.

Ele ficou todo satisfeito e mais uma
vez agradeceu a Deus, porque agora podia
dormir sem medo dos animais selvagens
que talvez pudessem existir na ilha.

Um dia, ele estava pescando e quando
terminou, havia apanhado muitos peixes.
Assim com comida abundante, estava
satisfeito com o resultado da pesca.

Porém, ao voltar-se na direção de sua
casa, qual tamanha não foi sua decepção,
ao ver sua casa toda incendiada.

Ele se sentou em uma pedra chorando
e dizendo em prantos:

"Deus! Como é que o Senhor podia
deixar isto acontecer comigo?

O Senhor sabe que eu preciso muito desta
casa para poder me abrigar, e o Senhor
deixou minha casa se queimar todinha.

Deus, o Senhor não tem compaixão de mim?"

Neste mesmo momento uma mão
pousou no seu ombro e ele ouviu
uma voz dizendo:

"Vamos rapaz?"

Ele se virou para ver quem estava
falando com ele, e qual não foi sua surpresa
quando viu em sua frente um marinheiro
todo fardado e dizendo:

"Vamos rapaz, nós viemos te buscar"

"Mas como é possível?
Como vocês souberam que eu estava aqui?"

"Ora, amigo! Vimos os seus sinais
de fumaça pedindo socorro.

O capitão ordenou que o navio parasse
e me mandou vir lhe buscar naquele
barco ali adiante."

MORAL DA HISTÓRIA

É comum nos sentirmos desencorajados
e até mesmo desesperados quando as
coisas vão mal.

Mas Deus age em nosso benefício,
mesmo nos momentos de dor e sofrimento.

Lembrem-se:
Se algum dia o seu único abrigo estiver
em chamas, esse pode ser o sinal
de fumaça que fará chegar até você
a Graça Divina.

Para cada pensamento negativo nosso,
Deus tem uma resposta positiva.

Passe essa mensagem para as pessoas
que você conhece e quer bem.

Alguém pode estar precisando

Um conto de amor


Um conto de amor
O rapaz passava pelo empório da cidade, quando o proprietário o chamou. Tinha 19 anos e tinha boa aparência.
 
O dono lhe ofereceu um bandolim para comprar e lhe disse que tocar um instrumento era uma ótima forma de atrair garotas.

O rapaz achou interessante a idéia e depois de uma negociação, comprou o instrumento.
 
Ele já ouvira falar de uma orquestra de bandolins que praticava todas as semanas no porão de uma sinagoga. Eram filhos de imigrantes judeus, vindos da Europa oriental.
 
Foi lá, aprendeu a tocar e a ler partituras musicais. A jovem Dora já tocava na orquestra.

Foi olhar o rapaz e ir se encantando aos poucos. Um dia, ela criou coragem e o convidou para ser seu par numa festa de formatura da escola.
 
Começaram a namorar. Quando andavam lado a lado, Kelly segurava o braço de Dora gentilmente.

A vizinhança dizia que eles pareciam Cinderela e o príncipe encantado.

O jovem par se casou. Era o ano de 1944 e Dora acabara de completar 20 anos.
 
Três anos mais tarde, nasceu o primeiro filho, e depois o segundo e o terceiro.

Preocupações sempre havia. Orçamento familiar. Comportamentos na escola. Momentos sérios de conversas ao redor da mesa da cozinha, depois de colocar as crianças na cama.
 
E elas ouviam, de seus quartos, as vozes suaves dos pais flutuarem pelo corredor.

Risos eram constantes naquele lar. Contavam histórias bobas, só para rir. Criavam danças malucas, ouviam e tornavam a ouvir os mesmos discos.
 
Quando as crianças ficaram maiores, Dora manifestou desejo de trabalhar meio período. E, se isso a faria feliz, tudo estava bem para Kelly.
 
Logo, ela chegaria à conclusão que, sem um diploma universitário, não teria promoções, não cresceria. E nem seu salário.

Reuniu marido e filhos ao redor da mesa da cozinha e expôs seu plano. Precisava e desejava obter um diploma universitário.
 
Queria ser professora de verdade. No entanto, o marido teria de cuidar das crianças, durante a noite.

O filho maior teria que colaborar, chegando em casa cedo o suficiente para ajudar o pai com o jantar. A filha do meio deveria auxiliar a menor nos deveres de casa.
 
Kelly respirou fundo e disse: "Dora, não se preocupe. Ficaremos bem. Sei o que isso representa para você. Serei o homem mais feliz desta cidade porque terei a mulher mais feliz ao meu lado."

Aos 50 anos, Dora recebeu o grau de bacharel em educação pré-escolar.

Kelly enxugou lágrimas de alegria, irradiando orgulho.
 
Ele não conseguiu terminar os estudos, pois precisava trabalhar para ajudar no sustento da família.

Dia desses, Dora precisou viajar para ir ao casamento de um parente. Kelly ficou em casa, porque não gosta de viajar.
 
A filha, preocupada com o pai sozinho em casa, telefonou. Achou a voz dele muito estranha.

"Algum problema?" Perguntou.

"Promete que não vai rir?" - disse ele. "Sinto falta de sua mãe."

"Mas, pai, ela viajou há poucas horas."

"Eu sei, mas depois de 60 anos de casamento..."

Na história de amor desse casal, nada de extraordinário. O seu conto de amor não tem mágica, castelo, fada madrinha, varinha de condão.

Como eles conseguem viver juntos há tanto tempo?

Eles nunca brigam. Não são abertamente carinhosos, mas têm uma união muito profunda.

Importam-se um com o outro. Relevam pequenas falhas. Exaltam as virtudes de um e de outro.

Sobretudo, entre carinho, ternura e afeto, uma grande dose de respeito mútuo.

 

UMA HISTÓRIA DE AMOR


UMA  HISTÓRIA DE AMOR
Autoria:  Seconci / Dennes Menezes




Há  muito tempo atrás um  casal de velhinhos,  que não tinham filhos,  moravam em uma casinha  humilde de madeira.  Tinham uma vida muito  tranqüila, alegre, e  ambos se amavam. Eram  felizes!


Até  que um dia...


 
 

Aconteceu  um acidente com a  senhora. Ela estava  trabalhando em sua casa  quando começa a pegar  fogo na cozinha e  as chamas atingem todo  o seu corpo. O  esposo acorda assustado  com os gritos e  vai a sua procura,  quando a vê coberta  pelas chamas. Imediatamente  tenta ajudá-la. 
O fogo  também atinge seus  braços e, mesmo em  chamas, consegue apagar  o fogo.

 

Quando  chegaram os bombeiros,  já não restava muito  da casa... apenas uma  parte, toda destruída.


Levaram  rapidamente o casal  para o hospital mais  próximo, onde foram  internados em estado  grave.
Após algum tempo aquele senhor menos atingido pelo fogo saiu da UTI e foi ao encontro de sua amada.
Ainda  em seu leito a  senhora toda queimada,  pensava em não viver  mais, pois estava toda  deformada, pois queimara  todo o seu rosto.

 
 

Chegando  no quarto de sua  senhora, ela foi falando:
-  Tudo bem com você,  meu amor?
-  Sim, respondeu ele,  pena que o fogo  atingiu os meus olhos  e não posso mais  enxergar, mas fique  tranqüilo amor que  sua beleza está   gravada em meu coração  para sempre.

 
 
  • Então,  triste pelo esposo,  a senhora pensou consigo  mesma:
  • Deus vendo tudo o que aconteceu a meu marido, tirou-lhe as vistas para que não presencie esta deformação em mim. As chamas queimaram todo o meu rosto e estou parecendo um monstro... Óh, Deus, que tudo vê e tudo sabe, obrigado!


 
 

Passado  algum tempo e recuperados,  voltaram para uma nova  casa, onde ela fazia  tudo para o seu  querido esposo, e ele  todo o dia dizia-lhe:
COMO  EU TE AMO!

 
 
E  assim viveram anos,  até que a  senhora  veio a falecer.
No  dia de seu enterro,  quando todos se despediam,  então veio aquele senhor  sem seus óculos escuros  e com sua bengala  nas mãos. Chegou perto  do caixão, beijando  o rosto e acariciando  sua amada, disse em  um tom apaixonante:  “Como você é linda meu amor, eu te amo muito”.

 
 

Ouvindo  e vendo aquela cena,  um amigo que estava  ao lado perguntou se  o que tinha acontecido  era milagre e, olhando  nos olhos dele, o  velhinho apenas falou:
  • Nunca estive cego... Apenas fingia, pois quando a vi toda queimada sabia que seria duro para ela continuar vivendo daquela maneira. Foram anos vivendo muito felizes e apaixonados desde então!!!
 

Na  vida temos de provar  que amamos!
Muitas  vezes de uma forma  difícil
E,  para sermos felizes,  temos de fechar os  olhos para muitas coisas...
Mas,  o importante é que  se faça única e
INTENSAMENTE  COM AMOR!



segunda-feira, 1 de novembro de 2010

AMOR DE VERDADE



AMOR DE VERDADE


Um senhor de idade chegou num consultório médico, para fazer um curativo em sua mão onde havia um profundo corte. E muito apressado pediu urgência no atendimento, pois tinha um compromisso. O médico que o atendia, curioso perguntou o que tinha de tão urgente para fazer.
O simpático velhinho lhe disse que todas as manhãs ia visitar sua esposa que estava em um abrigo para idosos, com mal de alzheimer muito avançado.
O médico muito preocupado com o atraso do atendimento disse:
- Então hoje ela ficará muito preocupada com sua demora?
No que o senhor respondeu:
-Não, ela já não sabe quem eu sou. Há quase cinco anos que não me reconhece mais.
O médico então questionou:
- Mas então para que tanta pressa, e necessidade em estar com ela todas as manhãs, se ela já não o reconhece mais?
O velhinho então deu um sorriso e batendo de leve no ombro do médico respondeu:
-Ela não sabe quem eu sou.. .Mas eu sei muito bem quem ela é!
a.d.
*****
Esse é o tipo de amor que quero para mim e que dou a quem tanto amo.
Amor sem limites, amor de verdade, amor doação, amor entrega…
Amor por amar…
Quero poder estar casado daqui a anos e ainda guardar aquele brilho no olhar ao ver minha esposa desejar-me um bom dia quando eu acordar; voltar correndo para dar um beijo antes de ir ao trabalho caso eu saia apressado e esqueça de beijá-la; quando chegar em casa à noite, se ela já houver retornado, ser recebido com muito amor, carinho, e apaixonar-me por ela naquele instante novamente após um longo beijo, etc.
E quando já estivermos velhinhos, quero permanecer ao lado dela, aconteça o que acontecer, porque jamais esquecerei da importância dela em minha vida.
O texto é realmente lindo. Lembra-me aquele filme: “O filho da Noiva”. Um filme argentino excelente. Fala justamente desse amor. De um velhinho e sua amada, que tem mal de alzheimer. Quem assistiu o filme sabe que ele todo dia estava lá no abrigo, mesmo ela nem lembrando mais dele… Lembro-me também das lágrimas em meu rosto vendo aquelas cenas. Lindo lindo lindo. Que amor…
Amor de verdade…
Amor pra sempre…
Amor pra eternidade.
*****
E como amor de verdade é o assunto deste post, nada melhor que a letra da música “Amor sem limite”, de Roberto Carlos. Ei-la:
Quando a gente ama alguém de verdade esse amor não se esquece.
O tempo passa, tudo passa, mas no peito o amor permanece.
e qualquer minuto longe é demais, a saudade atormenta.
Mas qualquer minuto perto é bom demais, o amor só aumenta.
Vivo por ela
Ninguém duvida
Por que ela é tudo
Na minha vida
Eu nunca imaginei que houvesse no mundo um amor desse jeito.
Do tipo que quando se tem não se sabe se cabe no peito.
Mas eu posso dizer que sei o que é ter um amor de verdade
E um amor assim eu sei que é prá sempre, é prá eternidade.
Vivo por ela
Ninguém duvida
Por que ela é tudo
Na minha vida
Quem ama não esquece quem ama, o amor é assim.
Eu tenho esquecido de mim, mas dela eu nunca me esqueço.
Por ela, esse amor infinito, o amor mais bonito,
é assim nosso amor sem limite.
O maior e mais forte que existe.
Vivo por ela
Ninguém duvida
Por que ela é tudo
Na minha vida

SEJA BEM VINDO AO BLOG

"Se eu pudesse deixar algum presente a você, deixaria aceso o sentimento de amor à vida dos seres humanos.

A consciência de aprender tudo o que nos foi ensinado pelo tempo afora.

Lembraria os erros que foram cometidos, como sinais para que não mais se repetissem.
A capacidade de escolher novos rumos.

Deixaria para você, se pudesse, o respeito aquilo que é indispensável: além do pão, o trabalho e a ação.

E, quando tudo mais faltasse, para você eu deixaria, se pudesse, um segredo. O de buscar no interior de si mesmo a resposta para encontrar a saída."

Mahatma Ghandi

Sem sabedoria e conhecimento não se chega a lugar algum

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