sábado, 26 de março de 2011

VOCÊ TEM MEDO DE QUE...¨****¨¨ (* REFLEXÃO & AUTO ESTIMA & OTIMISMO*)

Jeune fille
Você tem medo de quê?
De dizer não para aquela pessoa querida
mesmo sabendo que o sim
significa problemas no futuro?
Você tem medo de quê?
De admitir que se enganou com uma pessoa,
que errou na dose do sentimentalismo
e fechou os olhos para a realidade
que todos viam?
Aceitar que o fim de um relacionamento
já chegou há muito tempo e você,
só você insiste em manter as aparências?
Você tem medo de quê?
De falar para a família
e os verdadeiros amigos o quanto os ama e,
por isso, fica calado imaginando
que todo mundo sabe disso?
De perder o emprego medíocre e, por isso,
se submete a tirania de um local que você
não se sente bem?
Você tem medo de quê?
De aceitar que seu atual estado é reflexo
apenas dos seus atos,
das suas atitudes, algumas vezes impensadas
e feitas de pura ansiedade...
Você tem medo de quê?
De sair da capa de vítima
e encarar de frente seus sonhos,
suas necessidades e descobrir
que pode realizá-los?
De questionar velhos conceitos
e mudar tudo para viver melhor?
Você tem medo de quê?
De aceitar que Deus existe
e que nos pede ação sempre,
trabalho sempre, boa vontade sempre,
perdão sempre, amor sempre.
Não tenha medo de ser feliz,
arrisque-se, aventure-se.
Caiu?
Levante-se.
Errou?
Comece de novo.
Perdoe sempre.
Esqueça o que passou, construa o hoje,
viva o hoje.
Ame-se sempre!



DDiga o que você pensa com esperança.
Pense no que você faz com fé.
Faça o que você deve fazer com amor!
Com o meu carinho e amizade...

sexta-feira, 18 de março de 2011

Era uma tarde de outono.

Era uma tarde de outono.


Era uma tarde de outono.
Em meio ao burburinho do cotidiano, uma jovem buscava organizar seus pensamentos para então tranqüilizar a mente e conseguir trabalhar.
Mas era tão difícil.
Por mais que buscasse organizar suas idéias,
em poucos instantes seu pensamento vagava
entre lembranças e aflições.
Desconcentrava-se e afligia-se.
Sentia vontade de sair correndo para longe.
No entanto, sabia que seu desconforto
nada tinha a ver com seu trabalho.
Além disso, não seria um lugar qualquer
que lhe devolveria a serenidade perdida.
Era nisso que pensava quando olhou pela janela.
Nuvens espessas e escuras escondiam o sol.
As montanhas próximas pareciam ter
sido engolidas por densa névoa.
A luminosidade do dia dava lugar à certeza
da tempestade que não tardaria a cair.
Sentiu seu coração ainda mais pesado.
Era como se o seu estado de espírito estivesse
representado pelo cenário emoldurado na janela.
Quando as primeiras gotas da chuva começaram
a escorrer pela vidraça ela sentiu-se mais infeliz.
O desejo de chorar só foi contido pela presença dos colegas de trabalho,
alheios à sua dor.
Baixou novamente os olhos na tentativa de retomar
o trabalho quando encontrou, entre seus pertences,
um papelzinho impresso.
Era uma dessas curtas mensagens que se acham dentro dos chamados "biscoitinhos da sorte".
Era singelo, mas preciso:
"depois da tempestade vem a bonança."
Reencontrar, naquele momento, quando a chuva caía pesada,
o bilhetinho que recebera por acaso dias antes,
parecia-lhe mais do que uma simples coincidência.
Afinal, sentia-se em meio a uma tempestade.
Problemas sérios invadiam sua vida.
Era como se uma enxurrada estivesse arrastando para longe
dela sua paz e sua felicidade.
Olhou novamente para o pequeno papel e o releu.
No instante seguinte, olhou para fora.
Pensou:"para Deus nada é impossível."
Cobriu o rosto com as mãos e fez uma breve,
mas sincera prece, rogando ao Pai
força e coragem para prosseguir.
Sentiu-se mais leve e acabou sendo envolvida,
sutilmente, pelo trabalho.
O telefone tocou, pessoas a chamaram para resolver
questões profissionais, e assim foi.
Sem que percebesse, seus problemas pessoais cederam lugar
à concentração no trabalho
que ha pouco lhe faltava.
Os minutos foram seguidos pelas horas.
Quando, no final da tarde, ela voltou seus olhos
para fora não pôde conter o espanto.
A chuva havia parado e o cenário era muito diferente: o céu,
banhado por intensa luz do sol, não tinha nuvens.
As montanhas, antes ocultas pela neblina,
agora tinham seus contornos bem definidos.
Naquele momento, uma colega aproximou-se
e disse-lhe: "quem diria, não?
Depois da chuva que caiu no começo da tarde,
um final de dia ensolarado como esse!"
E completou, sorrindo:
"para Deus nada é impossível!"
A jovem sorriu, sentindo o â
nimo renovado, e pensou: 
"realmente, para Deus tudo é possível."

confiança em Deus

confiança em Deus


O profeta Isaías, ao se referir à grandeza de Deus e à confiança que nele deve ter o homem, diz: "os que esperam no Senhor, adquirirão sempre novas forças, tomarão asas como de águia, correrão e não fatigarão, andarão e não desfalecerão."
É muito singular que o Profeta compare os que
confiam no Senhor às águias.
É que elas têm uma forma toda especial de enfrentar as tempestades. Quando se aproxima uma tempestade as águias abrem suas asas, capazes de voar a uma velocidade de até noventa quilômetros por hora, e enfrentam a tormenta.
Elas sabem que acima das nuvens escuras e
das descargas elétricas, brilha o sol.
Nessa luta terrível elas podem perder penas, podem se ferir, mas não temem e seguem em frente. Depois, enquanto todo mundo fica às escuras embaixo, elas voam vitoriosas e em paz, lá em cima. Confiança que traduz certeza é o seu lema. Para além da tormenta,
brilha o sol e o sol elas buscam.
Na morte as águias também dão excelente lição de confiança. Como todos os seres vivos, elas também morrem um dia.
Contudo, alguma vez você já se deparou com o cadáver de uma águia? É possível que já tenha visto o de uma galinha, de um cachorro, de um pombo. Quem sabe até de um bicho do mato nessas extensas estradas de reserva ecológica. Mas, com certeza nunca
encontrou um cadáver de águia.
Sabe por que? Porque quando elas sentem que chegou a hora de partir, não se lamentam nem ficam com medo.
Localizam o pico de uma montanha inatingível, usam as últimas forças de seu corpo cansado e voam na sua direção. E lá esperam, resignadamente, o momento final. Até para morrer,
as águias são extraordinárias.
Quando, por ventura, você se deparar com um momento difícil, em que as crises aparecem gerando outras crises, não admita que o desânimo se aposse das suas energias. Eleve-se acima da tempestade,
através da oração.
Pense que Deus é o autor e o sustentador de todo o bem. Pequenos dissabores que estejam atingindo você são convites a reexame dos empecilhos que enchem a estrada da sua vida.
Discórdia é problema que está pedindo ação pacificadora. Desarmonias domésticas são exigência de mais serviço aos familiares.
Doença é processo de recuperação da verdadeira saúde. Até mesmo a presença da morte não significa outra coisa senão renovação,
e mais vida.

Pense nisso:

Sempre que as aflições visitem seu lar em forma de enfermidade ou tristeza, humilhação ou desastre, não se entregue ao desalento.
Recorde que, se você procura pelo socorro de Deus, o socorro de Deus também está procurando alcançar você.
Se a tranqüilidade parece demorar um pouco, persevere na esperança, lembrando que o amparo de Deus está oculto ou vem vindo.

Dificil Problema

Dificil Problema


Um grande sábio possuía três filhos jovens, inteligentes e consagrados à sabedoria.
Em certa manhã, eles altercavam a propósito do obstáculo mais difícil de vencer no grande caminho da vida.

No auge da discussão, prevendo talvez conseqüências desagradáveis, o genitor benevolente chamou-os a si e
confiou-lhes curiosa tarefa.
Iriam os três ao palácio governante, conduzindo algumas dádivas que muito lhes honraria o espírito de cordialidade e gentileza.

O primeiro seria o portador de rico vaso de argila preciosa.
O segundo levaria uma corça rara.
O terceiro transportaria um bolo primoroso da família.

O trio fraterno recebeu a missão com entusiástica promessa de serviço para a pequena viagem de três milhas; no entanto,
a meio do caminho, principiaram a discutir.

O depositário do vaso não concordou com a maneira pela qual o irmão puxava a corça delicada, e o responsável pelo animal dava instruções ao carregador do bolo, a fim de que não tropeçasse, perdendo o manjar: este último aconselhava o portador
do vaso valioso, para que não caísse.

O pequeno séqüito seguia, estrada afora, dificilmente, entretanto cada viajante permanecia atento a obrigações que diziam respeito aos outros, através de observações acaloradas e incessantes.

Em dado momento, o irmão que conduzia o animalzinho, a fim de consertar a posição da peça de argila nos braços do companheiro, e o vaso, com as inquietações
de ambos, escorrega, de súbito, para espatifar-se no cascalho poeirento. Com o choque, o distraído orientador da corça perde o governo do animal,
que foge espantado, abrigando-se em floresta próxima.

O carregador do bolo avança para sustar-lhe a fuga, internando-se pelo mato a dentro, e o conteúdo de prateada bandeja se perde totalmente no chão. Desapontados e irritados, os três rapazes tornam à presença paterna, apresentando cada
qual a sua queixa e a sua derrota.

O sábio, porém, sorriu e explicou-lhes:

Aproveitem o ensinamento da estrada. Se cada um de vocês estivesse vigilante na própria tarefa,
não colheriam as sombras do fracasso.

O mais intrincado problema do mundo, meus filhos,
é o de cada homem cuidar dos próprios negócios,
sem intrometer-se nas atividades alheias.
Enquanto cogitamos de responsabilidades que competem aos outros, as nossas viverão esquecidas.
 

A aranha

A aranha

Uma vez um homem estava sendo perseguido por vários malfeitores que queriam matá-lo. O homem, correndo, virou em um atalho que saía da estrada e entrava pelo meio do mato e, no desespero, elevou uma oração a Deus da seguinte maneira:
- "Deus Todo Poderoso fazei com que dois anjos
venham do céu e tapem a entrada da trilha
para que os bandidos não me matem!!!"

Nesse momento escutou que os homens se aproximavam da trilha onde ele se escondia e viu que na entrada da trilha apareceu uma minúscula aranha. A aranha começou a tecer uma teia na entrada da trilha. O homem se pôs a fazer outra oração cada vez mais angustiado:
- "Senhor, eu vos pedi anjos, não uma aranha."
- "Senhor, por favor, com tua mão poderosa coloca um muro forte na entrada desta trilha, para que os homens não possam entrar e me matar..."

Abriu os olhos esperando ver um muro tapando a entrada e viu apenas a aranha tecendo a teia. Estavam os malfeitores entrando na trilha, na qual ele se encontrava esperando apenas a morte. Quando passaram em frente da trilha o homem escutou:
- "Vamos, entremos nesta trilha!"
- "Não, não está vendo que tem até teia de aranha!? Nada entrou por aqui. Continuemos procurando nas próximas trilhas..."

Fé é crer no que não se vê, é perseverar diante do impossível. Às vezes pedimos muros para estarmos seguros, mas Deus pede que tenhamos confiança n'Ele para deixar que sua glória se manifeste e faça algo como uma teia, que nos dá a mesma proteção de uma muralha.

Vendedor de balões,,,

vendedor de balões,,,
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Era uma vez um velho homem que vendia balões numa quermesse.
Evidentemente, o homem era um bom vendedor,
pois deixou um balão vermelho soltar-se e elevar-se nos ares,
atraindo, desse modo, uma multidão de jovens compradores de balões.

Havia ali perto um menino negro.
Estava observando o vendedor e, é claro apreciando os balões.

Depois de ter soltado o balão vermelho, o homem soltou um azul,
depois um amarelo e finalmente um branco.
Todos foram subindo até sumirem de vista.

O menino, de olhar atento, seguia a cada um.
Ficava imaginando mil coisas...

Uma coisa o aborrecia, o homem não soltava o balão preto.
Então aproximou-se do vendedor e lhe perguntou:

-- Moço, se o senhor soltasse o balão preto,
ele subiria tanto quanto os outros?

O vendedor de balões sorriu compreensivamente para o menino,
arrebentou a linha que prendia o balão preto
e enquanto ele se elevava nos ares disse:

-- Não é a cor, filho, é o que está dentro dele que o faz subir.
(Extraído do livro O ENIGMA DO ILUMINADO, de Anthony de Mello.)

Outra Janela






Outra Janela
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A menina debruçada na janela, trazia nos olhos grossas lágrimas e o peito oprimido pelo sentimento de dor causado pela morte do seu cão de estimação.

Com pesar, observava atenta o jardineiro a enterrar o corpo do amigo de tantas brincadeiras. A cada pá de terra jogada sobre o animal,
sentia como se sua felicidade estivesse sendo soterrada também.

O avô que observava a neta, aproximou-se, envolveu-a num abraço e
falou-lhe com serenidade:
Triste a cena, não é verdade?

A netinha ficou ainda mais triste e as lágrimas rolaram em abundância.

No entanto, o avô, que sinceramente desejava confortá-la, chamou-lhe a atenção para outra realidade. Tomou-a pela mão e a conduziu até uma janela opostamente localizada na ampla sala.

Abriu as cortinas e permitiu que ela visse o imenso jardim florido à sua frente,
e lhe perguntou carinhosamente:
Está vendo aquele pé de rosas amarelas, bem ali à frente?
Lembra que você me ajudou a plantá-lo? Foi num dia de sol como o de hoje,que nós dois o plantamos. Era apenas um pequeno galho cheio de espinhos, e hoje... veja como está lindo, carregado de flores perfumadas e botões como promessa de novas rosas...

A menina enxugou as lágrimas que ainda teimavam em permanecer em suas faces e abriu um largo sorriso, mostrando as abelhas que pousavam sobre as flores e as borboletas que faziam festa entre uma e outra, das tantas rosas de variados matizes, que enfeitavam o jardim.

O avô, satisfeito por tê-la ajudado a superar o momento de dor, falou-lhe com afeto:

Veja, minha filha, a vida nos oferece sempre várias janelas.
Quando a paisagem de uma delas nos causa tristeza, sem que possamos alterar-lhe o quadro, voltemo-nos para outra, e certamente nos depararemos com uma paisagem diferente.






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"Se eu pudesse deixar algum presente a você, deixaria aceso o sentimento de amor à vida dos seres humanos.

A consciência de aprender tudo o que nos foi ensinado pelo tempo afora.

Lembraria os erros que foram cometidos, como sinais para que não mais se repetissem.
A capacidade de escolher novos rumos.

Deixaria para você, se pudesse, o respeito aquilo que é indispensável: além do pão, o trabalho e a ação.

E, quando tudo mais faltasse, para você eu deixaria, se pudesse, um segredo. O de buscar no interior de si mesmo a resposta para encontrar a saída."

Mahatma Ghandi

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